Penélope


Quando a neblina enevoa a visão,
Há que esperar dissipar para ver com razão.
A Vitória é companheira dos pacientes,
Que de sua presença estão cientes.

Do que vale andar às cegas
Quando a mente, de dúvida, se carrega?
Não há como encontrar a direção
Sem ajuda de bússola ou constelação.

Devemos com força ao mastro nos amarrar,
Para a voz das sereias não escutar.
E, enfim, continuar a jornada
Que aos corajosos é dada.

E, ao final, encontrar o porto:
Nos braços do Amor, o conforto.

*Penélope, na Mitologia Grega

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