Solidão II

Copyright © Carlos Eduardo

Tu nunca me abandonas.
És para mim uma matrona
Que me revela o mistério.
Faz de mim o teu império!

Oh! Ensinaste-me a contemplar a vida,
A perceber a verdade escondida.
Como pude não ver o teu poder
Encerrado por ti em meu ser?

Rogo, não me abandone jamais.
Dor real sentirei se tu te vais!
A ilusão de que sem ti é felicidade
É daquele que não vê com claridade.

Para mim agora tudo está tão claro!
Pois me perdendo, enfim me acho.
E por desejo de uma indigna companhia
Por tão pouco a ti perdido teria.

Ó solidão, tu me fazes ver quem sou
E somente a ti que entrego o meu Amor.

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