Agora


Eu vivo cada dia de uma vez
Entre sim e não, nunca talvez.
Porque o instante é único.
Isso eu levo a sério, de modo lúdico.

De que vale perder-se em medos
Escondendo-se em segredos,
Enclausurando-se em uma prisão,
Para que lhe tenham uma boa visão?

Minha liberdade estar em ser eu,
Carrego em mim o que aconteceu
Mas sem o peso do pesar
De alguma culpa na mala levar.

O ontem passou, o futuro não sei, é o agora
Que pede que eu seja, sem demora.

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