O rio que trafego…

rio
Oh minha doce amada,
Leve-me já deste mundo!
Que esta vida armagurada
É como um poço sem fundo.

Podem pisotear meu coração
Mas nunca hão de extirpar
O Amor que ponho em sua mão.
O mal não o pode alcançar.

E se choro, não lamento.
E se dói, não me entrego.
E se traem, não arrebento.

Que o rio em que trafego
Nasce da mais nobre pureza
E desagua na sua Beleza.

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