Cinzas

cinzas

Esse é motivo do fim do meu canto:

Coração vazio não preenche papel.

Esbarrando meu corpo em mãos frias,

Enchendo copos em noites perdidas,

Contando sobre como foi meu dia

Quando queria era falar de poesia,

Encontrar o que arranque essa paz

Que esconde meu impulso audaz.

É um insulto a minha alma a calma

Que de medo demais a espalma.

Hora de tomar o isqueiro na mão,

Parar inflamar um pedaço de mim.

Sopro as cinzas e surge enfim

Uma chama nesse apagado coração.

 

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