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Passarinho

 

passaro

Sou um pássaro que canta
sem ninguém a ouvir
O meu canto é sincero,
só aos ecos a servir.

Sobrevoo o céu infinito,
Pairo sobre um poço raso,
Que curioso ao longe fito,
De pequenez tenho descaso.

Antes ser livre que afundar
E minhas asas encharcadas
Me impedirem de voar,
Num lamaçal afundadas.

Existe quem conheça a canção,
Que seja como eu passarinho:
Pulse no ritmo do meu coração!
E nunca mais estar sozinho…

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Liberdade

Copyright © Carlos Eduardo

Se de mim a caneta tomarem
E minhas mãos amarrarem,
Cantarei aos ventos meus versos,
Ecoarão por todo o Universo.

Eu não escrevo por minha vontade,
Trago em minha a alma a necessidade
De revelar ao mundo o Amor
Que ela transmite pela minha dor.

E se minha língua for arrancada
Nem assim ficarei estancada:
Dançarei até o meu corpo desfalecer
E minha alma livre ser.

Não a prendem corrente nem prisão
Só o amor é minha escravidão.

Boas Vindas!

Este é o primeiro post desse blog que pretende alimentar não só os olhos, mas a alma dos que por aqui passem. Como diz um velho ditado, “a rapadura é doce mas não é mole não!”.  Assim é a vida, traz um riqueza infinitas de experiências, que são alegres, tristes, doces e amargas. Esse blog será alimentado com tudo relacionado à poesia e gastronomia que cheguem aos meus olhos, ouvidos, paladar, narinas, mãos e, essencialmente, ao meu coração.

Liberdade

Se de mim a caneta tomarem
E minhas mãos amarrarem,
Cantarei aos ventos meus versos,
Ecoarão por todo o Universo.

Eu não escrevo por minha vontade,
Trago em minha a alma a necessidade
De revelar ao mundo o Amor
Que ela transmite pela minha dor.

E se minha língua for arrancada
Nem assim ficarei estancada:
Dançarei até o meu corpo desfalecer

E minha alma livre ser.
Não a prendem corrente nem prisão
Só o amor é minha escravidão.